Grupos que participaram desta edição


Faun

Faun

Faun é uma banda alemã de Gräfelfing, Munique, formada em 1998 por Oliver Pade, Birgit Muggenthaler, Elisabeth Pawelke e Fiona Rüggeberg. Essencialmente, mistura música folclórica pagã com música medieval. A originalidade de seu som vem do uso de instrumentos antigos. As músicas são escritas em uma variedade de línguas, como alemão (principalmente), inglês, latim, grego, finlandês, entre outras. Como exemplo de seus instrumentos, podemos citar a gaita de fole, flautas, viela de roda, entre outros.

 

Metsatoll

Metsatöll

Metsatöll é uma banda estoniana de folk metal. O nome "Metsatöll" é um antigo eufemismo estoniano para lobo, que reflete-se na dureza das suas letras. Grande parte do seu material, utiliza flauta e outros instrumentos tradicionais, baseia-se nas guerras pela independência dos séculos XIII e XIV.

 

Terra Celta

Terra Celta

Criado em 2005 o grupo hoje formado por Elcio Oliveira (vocal, violino, gaita de fole e nyckelharpa), Alexandre Garcia (acordeom), Edgar Nakandakari (banjo, mandolin, tin whistle, clarinete, gaita de fole e Hurdy Gurdy), Luiz Fernando Sardo (bateria e percussão), Eduardo Brancalion (guitarra, violão e bouzouki) e Bruno Guimarães (baixo) tem em seu repertório músicas da Escócia e Irlanda, França, Galicia, etc, além de composições próprias, com letras que enaltecem o que deve ser enaltecido... as festas, a alegria e a diversão, não exatamente nesta ordem...

Confraria da Costa

Confraria da Costa

A Confraria da Costa produz um som que está longe de qualquer experiência musical habitual. Misturando blues, folk, jazz e ritmos eruditos e ciganos, a banda explora as rotas do rock acrescentando elementos de estilos e ritmos folclóricos e ousando em suas letras uma reflexão cínica e irônica sobre o homem, a sociedade, o alto mar e os meandros da vida e da morte. Não se sabe exatamente em qual costa o movimento começou, mas há relatos de representantes da Confraria em Curitiba, Paraná (apesar da ausência total de costa). O rock pirata vem passando de navio em navio, geração após geração e desde 1572 vem cativando um público carente de artistas com a sensibilidade e o talento para compor canções que são, ao mesmo tempo, sarcásticas e empáticas.